Aquele tête-à-tête ao final do Roda Viva entre João Santana e Fernando Rodrigues foi um fecho de ouro para quem compreende um tanto das entrelinhas na relação entre imprensa, poder e marketing.

O impeachment de Fernando Collor foi uma espécie de gênese do marketing político moderno no Brasil. Exemplo claro: boa parte dos jornalistas responsáveis pelas reportagens que demoliram o Governo Collor se tornaram, logo em seguida, consultores de imagem e/ou gestores de crise de políticos em campanhas eleitorais. João Santana e Mário Rosa, para ficar só em dois dos nomes mais famosos na área, assinaram reportagens que ganharam Prêmio Esso à época.

A esses nomes se somam homens da publicidade como Duda Mendonça, Nelson Biondi, Nizan Guanaes e está criado o arquétipo do marqueteiro no imaginário da política brasileira. De…


Conta-Gotas Sonoro para deficientes visuais está entre as startups mais inovadoras do país.

Pesquisadores e inventores falam sobre seus projetos em laboratório da UFPB.

Há pouco mais de quatro meses, quando o Diretor-Geral da OMS, Tedros Adhanom, anunciou que a Covid-19 havia se transformado em uma pandemia; parte da população foi colocada em uma situação especialmente crítica, os deficientes visuais. Além das dificuldades no atendimento regular de saúde impostas pelo isolamento social, pessoas com baixa visão precisaram redobrar a atenção em relação à higienização das mãos — já que pode-se dizer que é pelo tato que cegos “enxergam” objetos e pessoas. …


Capítulo VI — O jogador total

G.O.A.T — Greatest of all times

Rosário, Argentina, é a terra natal de dois gênios da raça, mas o temperamento de um deles, Lionel Messi, está longe da paixão subversiva do outro conterrâneo mais famoso, o médico-herói da Revolução Cubana, Ernesto Che Guevara. Contudo, em uma cancha, poucas vezes se viu marcha tão obstinada quanto a de Messi. Passos rápidos e curtos, executados em velocidade superlativa. Uma ideia em jogo. Ideia que se põe em movimento e deixa adversários para trás. Uma revolução silenciosa que reivindica a posse. A posse como filosofia. A bola, só ela. Nada mais importa. …


Capítulo V — O símbolo Edmundo.

Edmundo dando cerveja ao macaco — 1997

Talvez nem faça mais sentido lembrar, mas isso aqui deveria ter acabado em dez dias. Em meu favor posso argumentar que há questões bem mais urgentes sendo negligenciadas por aí, então não há problema em seguirmos juntos nesse errante percurso em busca de memórias afetivas sobre o futebol.

No capítulo de hoje vou falar sobre o símbolo, o símbolo Edmundo. O seu adeus à camisa 10 do Vasco foi há 8 anos em um amistoso Jogo de Despedida contra o Barcelona de Guaiquil — que fora adversário na final da única Taça Libertadores conquistada…


Capítulo IV — A maioridade.

Zidane em mais uma exibição de gala contra o Brasil: "Quem corre é a bola, jogador!"

Era pra ser em dez dias. Tinha que citar um jogador a cada vinte e quatro horas, escolher uma só imagem e toda aquela lenga-lenga do desafio que você, querido leitor, já está cansado de saber, imagina de ler?

Então, seguindo a toada da quarentena à brasileira, resolvi que é hora de uma retomada consciente e se a toada é consciência, me parece obrigatório trazer Zinedine Zidane pra prosa. Se Maradona foi o primeiro amigo de infância, o craque que me ajudou a enxergar a fantasia além do jogo; Zizou pra mim foi como uma espécie de primeiro chefe. …


Capítulo III — O subestimado.

Bebeto: muito mais do que “o melhor companheiro de ataque do Romário"

O terceiro capítulo do desafio realizado pelos dois amigos, Marcos Thomaz e Ronaldo Paes me levou à Bahia. Antes de ir aos finalmentes, porém, é bom lembrar que eu preciso em dez dias, citar um jogador a cada vinte e quatro horas e escolher uma só imagem que lhe represente e seja capaz de demonstrar sua importância para minha formação como amante do futebol.

José Roberto Gama de Oliveira, o Bebeto, foi um dos maiores atacantes da história do futebol brasileiro: rápido, habilidoso, inteligente e um finalizador de raro talento. A personalidade discreta, a doçura, a generosidade e até a…


Capítulo II — O topete

Felipe: abusado, atrevido e consciente do quanto era bom de bola

Dez dias, um jogador a cada vinte e quatro horas e só uma imagem — sem a necessidade de palavras a descrevê-la. Basta postá-la para que assim demonstremos o quanto foi importante para nossa formação como amantes do futebol.

Escolhi uma imagem em movimento para render tributo a Felipe Jorge Loureiro. É um truque, eu sei. Mas o futebol que Felipe praticava era assim, um ardil: quando você achava que não havia espaço, ele encontrava; quando o corte pra perninha esquerda parecia certeza, um breque semeava a dúvida. Felipe era uma criança de seis anos quando chegou ao futebol de…


Capítulo I — O batismo: Diego Maradona.

O futebol é a arte do engano — diz Maradona em um trecho do documentário de Asif Kapadia

Foram dois amigos a me convidar para esse divertido desafio: um rubro-negro baiano, Marcos Thomaz e outro carioca, Ronaldo Paes Barbosa. Dez dias, um jogador a cada vinte e quatro horas e só uma imagem — sem a necessidade de palavras a descrevê-la. Basta postá-la para que assim demonstremos o quanto foi importante para nossa formação como amantes do futebol.

Vou ignorar solenemente a observação sobre não usar palavras para iniciar esse decálogo a partir daquela que foi a minha primeira Copa do mundo, México 1986; e o primeiro craque a me fazer enxergar o jogo de um jeito totalmente…


As crises que já vivemos deveriam servir pelo menos para que não repetíssemos os mesmos erros.

"Sobreviver, crescer e perpetuar"- lema do clã Odebrecht: Emílio, Norberto e Marcelo.

Há menos de uma semana, o Goldman Sachs revisou pra baixo as projeções sobre o PIB brasileiro em 2020. Ao traçar uma linha no chão e apontar que o PIB deve cair mais de 7% esse ano, os investidores estrangeiros parecem imunes à sedução do Superministro da Economia — que numa live com seus ex-sócios do BTG Pactual prometeu "surpreender o mundo" no pós-pandemia. O próprio Banco Central estima que o baque seja maior que 5%, mas nada parece mudar a visão ortodoxa do Dream Team da Economia— reunido para tocar as reformas que iriam modernizar o Brasil. …


Fomento ao Conta-gotas Sonoro para Deficientes Visuais é passo decisivo para que produto vá ao mercado.

João Victor Carvalho, um dos inventores do PING demonstra o produto na TV.

Há alguns dias, a FAPESQ — Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba e a FINEP — Financiadora do Ministério de Ciência, Tecnologia e Comunicação divulgaram as 31 startups selecionadas pelo CENTELHA. Os empreendedores selecionados têm acesso a capacitação e subvenção econômica de até R$60 mil. O Ping está entre elas.

A partir de agora, o Centelha nos ajuda a constituir a empresa com enquadramento específico para gerir o…

LC

uma péssima influência

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